sábado, setembro 11, 2010
A História das Mãos
domingo, agosto 22, 2010
Pretos e Lobos*
quinta-feira, agosto 19, 2010
Ecos do post anterior: "miséria casamenteira contaminada de sexo pornograficamente coreografado"...
o eterno retorno das reticências
quinta-feira, julho 29, 2010
acontecimentos
sábado, junho 19, 2010
Saramago - Nietzsche - Dioniso
sexta-feira, junho 18, 2010
plano de análise
domingo, junho 13, 2010
Filmes de Terror
domingo, junho 06, 2010
Por um olhar
domingo, maio 30, 2010
Jantar fora...
domingo, maio 23, 2010
perfil destinado a uma agência de relacionamentos inexistente
quarta-feira, maio 12, 2010
...
As reticências são minha pontuação favorita. Adoro aqueles três pontinhos que indicam algo por vir, algo que deixamos por completar, para que o leitor complete... Seja por que o não escrito é tão óbvio que se torna desnecessário escrevê-lo ou por que deixamos um espaço para a imaginação...
Nunca havia me apercebido que as reticências não poderiam ser mais do que os pontos finais dos reticentes...
sexta-feira, abril 30, 2010
Eu quero a minha senhaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!
domingo, abril 25, 2010
ALICE
sexta-feira, abril 23, 2010
gradações de penetrabilidade
quinta-feira, abril 15, 2010
devir-animal
quarta-feira, março 31, 2010
as gárgulas que guardam o caminho da ponte
sábado, janeiro 23, 2010
reveillons
segunda-feira, dezembro 21, 2009
SONHO
domingo, novembro 22, 2009
os discos
Justamente nos tempos de proclamação do fim do formato, a pedidos, faço uma lista, não dos melhores discos da história, mas dos melhores discos da minha história. Há grandes discos que ouvimos, sabemos que são bons, mas não duram, esquecemos, deixamos criar pó. E há discos que, uma vez ouvidos, nunca mais saem dos tímpanos, da memória, dos toca-discos, dos players, como se a repetição só os fizesse melhores, mais intensos, mais próximos. Esses são os que habitam essa lista, discos que marcaram o tempo com descobertas e desvios e na descoberta e no desvio permanecem...
Então, por ordem de aparição:
Marisa Monte, 1988. Eu teria feito aqueles arranjos, eu teria cantado naquele tom, eu teria escolhido aquele repertório, coisa que a Marisa nunca mais fez... É meu disco da inveja, eu confesso. Apesar de outros grandes discos dela, nenhum outro caberia aqui.
Acabou Chorare - Novos Baianos, 1972. Pra quem não quer mais ser hippie... "vou mostrando como sou e vou sendo como posso, jogando meu corpo no mundo, andando por todos cantos e pela lei natural dos encontros, eu deixo e recebo um tanto e passo aos olhos nus ou vestidos de lunetas, passado, presente, participo sendo o mistério do planeta..."